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<title>Artigos publicados em periódicos</title>
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<subtitle>Artigos publicados em periódicos</subtitle>
<id>http://hdl.handle.net/11077/1668</id>
<updated>2026-04-07T07:42:31Z</updated>
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<title>A Educação Jurídica como ferramenta didática no combate às violações da Dignidade da Pessoa Humana na obra "A Lista de Schindler".</title>
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<name>SANCHES, Raquel Cristina Ferraroni</name>
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<name>DOBARRO, Sérgio Leandro Carmo</name>
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<updated>2018-04-20T23:37:32Z</updated>
<published>2016-03-21T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A Educação Jurídica como ferramenta didática no combate às violações da Dignidade da Pessoa Humana na obra "A Lista de Schindler".
SANCHES, Raquel Cristina Ferraroni; DOBARRO, Sérgio Leandro Carmo
O presente artigo tem por finalidade expor a necessidade de uma educação&#13;
que evolua da visão mecanicista para uma visão holística, promovendo uma&#13;
didática baseada na reflexão e discussão junto aos docentes e discentes. Para&#13;
tanto, utilizou-se a obra cinematográfica “A Lista de Schindler” como proposta&#13;
e exercício para repensar o direito, por meio de análises, indagações,&#13;
interpretações, considerações e variadas abordagens com vistas às violações&#13;
cometidas pelo nazismo, desde a intolerância a violações da dignidade&#13;
da pessoa humana. Assim, tem-se por objetivo a reflexão e discussão sobre&#13;
o passado e a contemporaneidade do tema em pauta, bem como a promoção&#13;
do raciocínio jurídico, com a ética da tolerância, o respeito à diversidade&#13;
cultural e o desenvolvimento do espírito democrático e pluralista, por meio&#13;
do qual a paz e a liberdade devem ser ativas.
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<dc:date>2016-03-21T00:00:00Z</dc:date>
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<title>(RE)PENSANDO A LINGUAGEM JURÍDICA: EM BUSCA DA QUALIDADE DO TEXTO.</title>
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<name>SANCHES, Raquel Cristina Ferraroni</name>
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<name>BERTHO, Paula Renata</name>
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<id>http://hdl.handle.net/11077/1133</id>
<updated>2018-04-20T23:39:27Z</updated>
<published>2010-10-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">(RE)PENSANDO A LINGUAGEM JURÍDICA: EM BUSCA DA QUALIDADE DO TEXTO.
SANCHES, Raquel Cristina Ferraroni; BERTHO, Paula Renata
A eficácia da comunicação jurídica depende da habilidade do operador do Direito no manejo da linguagem. A capacidade de construir bons argumentos e administrá-los adequadamente às necessidades expressivas são qualidades que – tecnicamente no âmbito da significação – definem os bons profissionais. Apesar dessas perspectivas, o que se observa, na atualidade, é que, embora essas propriedades façam parte das peças processuais, há uma dificuldade extrema em tornar os textos jurídicos acessíveis à sociedade de uma forma geral, por conta da obscuridade da linguagem empregada, que se faz não só pelo uso do vocabulário técnico, mas também por construções sintáticas não usuais, uma escrita jurídica arcaica, prolixa, ou pela linguagem excessivamente rebuscada. O objetivo deste trabalho é apresentar alguns aspectos desses textos e algumas possibilidades de adequação desse tipo de discurso aos anseios da sociedade, que é a mais interessada no entendimento dos mesmos. Entende-se que, no discurso jurídico, não se não abre espaço para o não-dito, com isso as informações não podem ser subentendidas. Como o produtor do texto não observa, em muitas situações, esse pressuposto, ou os textos falham por não serem suficientemente informativos para o juiz – que é o primeiro leitor –, ou são informativos ao extremo, tornando-se ineficientes. Pretende-se mostrar que essa ineficiência pode ser superada se a linguagem for acessível.
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<dc:date>2010-10-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Projeto Pedagógico e Avaliação Institucional - Articulação e Importância</title>
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<name>SANCHES, Raquel Cristina Ferraroni</name>
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<name>RAPHAEL, Hélia Sônia</name>
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<updated>2018-04-20T23:41:41Z</updated>
<published>2006-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Projeto Pedagógico e Avaliação Institucional - Articulação e Importância
SANCHES, Raquel Cristina Ferraroni; RAPHAEL, Hélia Sônia
As exigências dos novos tempos apontam para a necessidade de um repensar dos organismos educacionais, para que estes se adaptem à contemporaneidade. Este breve estudo pretende refletir sobre os processos de Avaliação Institucional desenvolvidos pelas Instituições de Ensino Superior e sua contribuição para a obtenção da qualidade nos serviços prestados. A Avaliação Institucional, como instrumento de gestão, se bem conduzida, pode ser capaz de detectar os aspectos positivos e os que necessitam de mudança, devendo ser orientada para o conhecimento, a interpretação, a tomada de decisões e a transformação da realidade. A análise realizada aponta como positiva a busca pela qualidade, batizada pela Avaliação Institucional que, enquanto instrumento de gestão das IES, articulada com o planejamento pedagógico, deve ser fruto de um trabalho coletivo, parte da vida e da cultura da instituição, impulsionando o crescimento e a criatividade dos indivíduos e da própria instituição.
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<dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Os reflexos da qualidade do Ensino Jurídico pelo Exame da Ordem dos Advogados do Brasil</title>
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<name>JACOB, Muriel Amaral</name>
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<name>SANCHES, Raquel Cristina Ferraroni</name>
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<id>http://hdl.handle.net/11077/1048</id>
<updated>2018-04-20T23:47:23Z</updated>
<published>2013-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Os reflexos da qualidade do Ensino Jurídico pelo Exame da Ordem dos Advogados do Brasil
JACOB, Muriel Amaral; SANCHES, Raquel Cristina Ferraroni
Concluído o curso de Direito, grande parte dos bacharéis realizam a prova do Exame da Ordem dos Advogados do Brasil para se habilitarem como advogados junto à OAB, órgão de classe responsável pelo exame, e iniciar no mercado de trabalho por meio da advocacia. Contudo, a maioria não obtém êxito e compõem os altos índices de reprovação. Assim sendo, o que se pretende discutir no presente trabalho é se referida prova realmente se faz necessária, levantando-se uma das polêmicas que o envolvem: se realmente os baixos números de aprovação representam ou refletem a qualidade do ensino jurídico superior. Igualmente, busca-se a análise da metodologia adotada nas provas, uma vez que referido exame deveria se pautar na cobrança de conhecimentos básicos exigíveis de um advogado principiante com visão crítica, porém a avaliação se eleva ao nível dos concursos mais difíceis do país e, ainda, com a cobrança de conhecimentos técnicos, sem a preocupação com a formação humanística do profissional. Parte-se de um estudo descritivo e exploratório, com base na pesquisa bibliográfica e referencial, analisando os índices de reprovação, o conteúdo da prova e a forma de avaliação dos cursos de Direito, e se trata de uma pesquisa em andamento, com alguns resultados momentâneos, tais como: o enfoque da prova da OAB e se esta de fato vem se preocupando com a educação jurídica e a formação de profissionais qualificados.
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<dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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