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<updated>2026-07-17T04:17:48Z</updated>
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<title>(In)compatibilidade constitucional da polícia preditiva: emprego das tecnologias nas investigações criminais e os direitos fundamentais no Brasil contemporâneo</title>
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<name>SANTOS, Wanderley Elenilton Gonçalves</name>
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<updated>2026-06-24T13:58:49Z</updated>
<published>2022-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">(In)compatibilidade constitucional da polícia preditiva: emprego das tecnologias nas investigações criminais e os direitos fundamentais no Brasil contemporâneo
SANTOS, Wanderley Elenilton Gonçalves
A devassa de informações contidas na rede mundial de computadores e a mitigação&#13;
excepcional de direitos fundamentais com o escopo de prevenir crimes com base em&#13;
big data, não é mera fantasia, como hiperbolicamente retratado no filme de ficção&#13;
“Minority Report”, de 2002, mas sim uma realidade em evolução. Já se tem notícias&#13;
que os Estados Unidos e a China utilizam a análise de dados para controle social não&#13;
arbitrário, uma espécie de gênese da polícia preditiva. Com tantos casos envolvendo&#13;
indivíduos, políticos, setores privados e grandes marcas empresariais, como os casos&#13;
da utilização de dados dos usuários do Facebook, da eleição norte-americana entre&#13;
Donald Trump e Hilary Clinton, da influência da Cambridge Analytica, da suposta&#13;
espionagem audiovisual de aparelhos Samsung, entre outros, não se pode rechaçar&#13;
a importância de uma regulamentação, como a novel Lei Geral de Proteção de Dados,&#13;
mas, mais que isso, não é dado ao Estado, observar tais fatos e conviver com&#13;
transformações, sem que também pudesse experimentar as novidades tecnológicas&#13;
na busca da otimização por seus desideratos. Objetiva-se, com isso, identificar&#13;
critérios que permitam demarcar de forma lógica – ou o menos subjetiva possível –&#13;
quais as possibilidades de a prática da polícia preditiva ser considerada legítima, legal&#13;
e, acima de tudo, compatível com os mandamentos constitucionais. O método&#13;
utilizado resume-se em buscas pela coleta de dados bibliográficos, documental e&#13;
empíricos, de forma a angariar fundamentos para o desenvolvimento do conhecimento&#13;
da análise de dados para a investigação. Destarte, conclui-se que a prática de polícia&#13;
preditiva exige dos operadores do direito adequações e interpretações ao&#13;
ordenamento jurídico com as tecnologias envolvidas, vez que poderá sobrevier&#13;
colidências de garantias, cuja resolução dependerá de uma macroanálise situacional&#13;
em que se sopesará os axiomas impactados visando o bem estar da coletividade.
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<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A aplicação da inteligência artificial na relação tributária do imposto de renda e a proteção de dados como direito fundamental</title>
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<name>MOZANER, Victória Cássia</name>
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<updated>2026-06-24T13:52:30Z</updated>
<published>2022-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A aplicação da inteligência artificial na relação tributária do imposto de renda e a proteção de dados como direito fundamental
MOZANER, Victória Cássia
O reconhecimento do direito à proteção dos dados pessoais, inclusive nos meios digitais, como&#13;
direito fundamental e ao mesmo tempo os avanços perpetrados pela expansão da utilização da&#13;
Inteligência Artificial no campo da arrecadação e fiscalização tributária nos levam a discutir&#13;
sobre os limites e princípios que delimitam a atuação das autoridades fiscais à luz de um&#13;
governo digital, tomando-se por base a posição do Estado como controlador de uma gama de&#13;
dados acerca dos seus concidadãos, a ponto de permitir valer-se das facilidades da Declaração&#13;
Pré-preenchida. Partindo deste pressuposto, tem-se, como objetivo precípuo do presente&#13;
trabalho, analisar de forma contextualizada a natureza jurídica da Declaração do Imposto de&#13;
Renda Pré-preenchida, ou seja, sua essência e princípios que a informam, enquanto “solução”&#13;
com vistas à facilitação da vida do contribuinte. Discute-se, ademais, como a adoção de&#13;
sistemas inteligentes baseados em algoritmos podem ou não implicar, mesmo a despeito da&#13;
modernização do aparato estatal, na figura de um Estado que notadamente tende a direcionar&#13;
seus esforços para a ampliação da arrecadação de tributos. E consequentemente em um Estado&#13;
que se intitula Democrático de Direito se torna primordial em meio às interfaces que norteiam&#13;
a Estratégia Brasileira para a Transformação Digital – E-Digital situar a transparência na seara&#13;
tributária como a base para a confiança e respeito aos direitos do contribuinte, tendo em vista a&#13;
ampliação do nível de utilização da Inteligência Artificial e do cruzamento de dados por parte&#13;
das autoridades fiscais. Defendendo-se a transparência algorítmica, o entendimento do Direito&#13;
Tributário a partir de uma abordagem sistêmica e os princípios e fundamentos constitucionais&#13;
como a base para a legitimidade da atuação tributária do Estado, sobretudo, diante da incerteza&#13;
gerada pelo universo digital. E consequentemente a natureza jurídica declaratória da Declaração&#13;
do Imposto de Renda Pré-preenchida, não podendo ser meramente homologatória do quantum&#13;
devido ou a restituir pelo contribuinte.
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<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Inteligência artificial e advocacia: benefícios e malefícios das novas tecnologias na advocacia e o futuro da profissão no Brasil.</title>
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<name>DA COSTA, Vanuza Pires</name>
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<updated>2026-06-24T13:34:25Z</updated>
<published>2022-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Inteligência artificial e advocacia: benefícios e malefícios das novas tecnologias na advocacia e o futuro da profissão no Brasil.
DA COSTA, Vanuza Pires
A tecnologia vem transformando os vários setores da sociedade e se tornando cada&#13;
vez mais indispensável na rotina das pessoas. É atribuída a Quarta Revolução&#13;
Industrial a responsabilidade pela transformação digital iniciada na virada do século&#13;
XXI. E dentre as tecnologias responsáveis por esta transformação, a inteligência&#13;
artificial ocupa uma posição de destaque por sua habilidade de imitar a inteligência&#13;
humana. O setor jurídico já percebe os reflexos da implementação desta tecnologia&#13;
em suas práticas e o futuro em relação a inteligência promete ser favorável, mas&#13;
também é carregado de incertezas. O presente trabalho abordará as consequências&#13;
da introdução da inteligência artificial na advocacia, sua aptidão para substituir o&#13;
advogado e os novos caminhos da profissão. Na pesquisa foi utilizado o método&#13;
dedutivo, de abordagem qualitativa e em relação ao procedimento foi desenvolvida&#13;
pesquisa bibliográfica. Conclui-se que a inteligência artificial não irá dispensar a figura&#13;
do advogado, mas o profissional que se limitar a realizar tarefas meramente&#13;
operacionais perderá espaço no mercado. Trata-se de uma tecnologia que possibilita&#13;
benefícios para os escritórios como o ganho efetivo de tempo, a melhora do&#13;
relacionamento com o cliente, a redução do risco de erros, redução de custos e&#13;
aumento do animus da equipe. Mas problemas em relação a inteligência artificial já&#13;
são percebidos, como o alto custo da implementação e manutenção dos sistemas,&#13;
dependência de profissionais altamente capacitados para manutenção e a dificuldade&#13;
de inovação, estes considerados menos complexos. Esta tecnologia tem agitado a&#13;
classe com a polêmica da extinção da profissão, apresentando também problemas&#13;
morais e éticos, necessitando indispensavelmente de regulação estatal apurada para&#13;
sua correta evolução aliada a proteção humana. Para o futuro da profissão as&#13;
tendências são que o advogado reúna conhecimento jurídico sólido, acrescentando&#13;
se a isto variadas competências tecnológicas, comportamentais e cognitivas para o&#13;
ingresso e permanência no mercado.
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<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Fake news e direito eleitoral: Uma análise pela perspectiva do diagrama de controle</title>
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<name>MOLARO, Rodrigo de Moraes</name>
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<id>http://hdl.handle.net/11077/2179</id>
<updated>2026-06-24T13:25:31Z</updated>
<published>2022-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Fake news e direito eleitoral: Uma análise pela perspectiva do diagrama de controle
MOLARO, Rodrigo de Moraes
A presente dissertação tem por objetivo estudar o fenômeno das fake news sob a ótica jurídica,&#13;
especialmente sua potencial interferência no regime democrático e as correspondentes formas&#13;
de controle trazidas pelo direito processual eleitoral não penal. Para tanto, faz uso de uma&#13;
metodologia dedutiva, com emprego dos procedimentos de revisão bibliográfica, legislativa e&#13;
jurisprudencial. A título de referencial teórico, faz uso dos estudos de Foucault acerca do&#13;
exercício de poder, especialmente pela conformação que lhe foi dada, logo na sequência, pela&#13;
análise de Deleuze quanto ao poder na pós-modernidade. Faz uso, pois, dos conceitos de&#13;
diagrama de soberania, de disciplina e de controle, confrontando cada qual com a evolução da&#13;
compreensão do Direito e da norma jurídica. Enquadra-se, como consequência, o fenômeno&#13;
das fake news nesse novo diagrama de poder, o de controle, mais difuso e voltado às massas,&#13;
para depois analisar o instrumental jurídico-processual do Direito Eleitoral para essa nova&#13;
forma de organização social. Conclui, por isso, que a opção legislativa deveria encontrar&#13;
conformação, em maior medida, no microssistema que rege o processo coletivo. Não foi esse,&#13;
porém, o caminho trilhado pelo legislador, ainda preso ao sincretismo como modelo&#13;
dogmático, acabando por disponibilizar instrumentos processuais antigos para problemas&#13;
novos, estranhos ao atual diagrama de poder.
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<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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