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<title>Monografias de TCC</title>
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<description>Monografias de TCC</description>
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<dc:date>2026-04-06T06:35:47Z</dc:date>
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<title>A “FIGURA” JUIZ DAS GARANTIAS: ANÁLISE SOBRE SUAS JUSTIFICATIVAS E SEUS IMPACTOS</title>
<link>http://hdl.handle.net/11077/2146</link>
<description>A “FIGURA” JUIZ DAS GARANTIAS: ANÁLISE SOBRE SUAS JUSTIFICATIVAS E SEUS IMPACTOS
Monteiro, Manuela Cotulio
A Lei 13.964/2019 introduziu a “figura” do juiz das garantias ao Sistema Processual Penal brasileiro, e estabeleceu que ele será o responsável por conduzir a fase pré-processual. Assim, iniciada a fase de instrução e julgamento, este primeiro magistrado ficaria impedido de atuar, devendo outro juiz dar andamento ao processo. São expostos os seguintes problemas de pesquisa: Sendo o juiz natural apto pela Constituição Federal a julgar, quais as justificativas para implementação dessa nova “figura” conhecida como juiz das garantias? O Brasil, demograficamente extenso, tem estrutura para aderir a tal mudança? Há previsão orçamentária para esse fim? A pesquisa foi classificada como qualitativa e foi abordada fazendo-se uso do método hipotético-dedutivo. Quanto aos procedimentos técnicos a pesquisa foi classificada como bibliográfica, com base em dados já analisados e publicados. Concluiu-se que o juiz das garantias se apresenta, teoricamente, como uma solução para os problemas relativos à imparcialidade. Entretanto, o juiz natural já é apto constitucionalmente para conduzir o processo tanto na fase pré-processual, quanto na fase processual, resguardadas todas as garantias constitucionais. Assim, nesse momento de crise a implementação do juiz das garantias, se mostra difícil, tendo em vista ser necessário um planejamento para a reestruturação do Poder Judiciário, bem como um planejamento orçamentário adequado.
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<dc:date>2021-08-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A LUTA DE CLASSES NA CIDADE E O DIREITO DE ACESSO À MORADIA DIGNA DE FATO NO BRASIL.</title>
<link>http://hdl.handle.net/11077/2130</link>
<description>A LUTA DE CLASSES NA CIDADE E O DIREITO DE ACESSO À MORADIA DIGNA DE FATO NO BRASIL.
Mac Cornick, Mariana Miranda
O presente trabalho se dedica à análise conjuntural do movimento histórico que conduziu ao processo de urbanização ocorrido no Brasil desde o início da República até o tempo vigente. A partir dessa análise, observa-se a dicotomia entre lei e realidade material e os desdobramentos na consagração do direito de acesso à moradia e à cidade, os quais são considerados pela Constituição Cidadã como direitos sociais. O primeiro capítulo trata dos percalços na consolidação da cidadania no Brasil, apresentando suas contradições e descontinuidades; no segundo capítulo, realiza-se uma análise crítica do Estado e do Direito a partir de conceitos e autores filosóficos; já no terceiro e último capítulo, traça-se um panorama das políticas públicas relativas à moradia/habitação no Brasil e, em seguida, aponta-se os embasamentos constitucionais para a consagração de políticas públicas transparentes.
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<dc:date>2021-11-29T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA DOS SÓCIOS E ADMINISTRADORES DA SOCIEDADE LIMITADA: ASPECTOS DO REDIRECIONAMENTO DA EXECUÇÃO FISCAL</title>
<link>http://hdl.handle.net/11077/1546</link>
<description>A RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA DOS SÓCIOS E ADMINISTRADORES DA SOCIEDADE LIMITADA: ASPECTOS DO REDIRECIONAMENTO DA EXECUÇÃO FISCAL
PIVETO, LUCAS COLOMBERA VAIANO
O presente trabalho foi elaborado para a obtenção do título de bacharel ao curso de Direito do&#13;
Centro Universitário Eurípides de Marília - UNIVEM. O tema responsabilidade tributária dos&#13;
sócios e administradores da sociedade limitada e seus aspectos do redirecionamento da&#13;
execução fiscal tem sido protagonista tanto em inúmeros debates doutrinários quanto no âmbito&#13;
jurisprudencial. O presente trabalho tem como objetivo delimitar a responsabilização tributária&#13;
dos sócios na sociedade limitada a partir do momento em que pratica atos de gerência, a conduta&#13;
viola à legislação, o contrato ou estatuto social. Estudar-se-á, mais precisamente, a sociedade&#13;
limitada por ser o enquadramento societário mais utilizado no mundo empresarial, assim como&#13;
pela prerrogativa do princípio da autonomia patrimonial. Contudo, em muitos casos, a&#13;
finalidade da sociedade pode ser desvirtuada por parte de seus sócios ou administradores,&#13;
justamente para elidir qualquer responsabilidade pessoal e evitar o prejuízo patrimonial,&#13;
caracterizando a fraude contra credores, como a Fazenda Pública. Mas, como exceção ao&#13;
referido princípio, utiliza-se a responsabilidade de direito regulamentada no art. 135, inciso III,&#13;
do Código Tributário Nacional, no afã de resguardar o interesse e evitar o prejuízo ao erário&#13;
público. Identificamos que o mero inadimplemento da obrigação tributária não é motivo&#13;
plausível para caracterizar a responsabilização dos sócios da sociedade limitada, tratando-se,&#13;
nesse caso, de responsabilidade subjetiva, enquanto que o encerramento irregular da sociedade&#13;
caracteriza presunção relativa de infração legal e, consequentemente, pode motivar a&#13;
responsabilização dos sócios que tinham o poder de gerência quando da ocorrência do fato&#13;
gerador da obrigação tributária. É nesse contexto que este trabalho terá como finalidade a&#13;
ilustração, com fulcro na doutrina, legislação e jurisprudência, acerca da responsabilidade dos&#13;
sócios no âmbito tributário. E, por derradeiro, abordaremos o redirecionamento da ação&#13;
executiva fiscal ajuizada ou redirecionada contra o sócio por obrigações assumidas por parte da&#13;
pessoa jurídica.
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<dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O DIREITO PENAL E A TUTELA DA HONRA NO ÂMBITO DAS REDES SOCIAIS</title>
<link>http://hdl.handle.net/11077/1545</link>
<description>O DIREITO PENAL E A TUTELA DA HONRA NO ÂMBITO DAS REDES SOCIAIS
LUZ, ANA ELISA PORTO
O presente trabalho trata dos crimes contra a honra praticados por intermédio das estruturas das&#13;
redes sociais. Tendo em vista o advento da Internet e o posterior surgimento das redes sociais,&#13;
recursos tecnológicos que mitigaram as barreiras temporais e territoriais que anteriormente&#13;
limitavam a comunicação humana, as interações sociais no ambiente virtual foram expandidas,&#13;
concretizando o direito fundamental à liberdade de expressão na medida em que conferem ao&#13;
internauta as ferramentas necessárias para a divulgação de suas opiniões e ideias. Todavia, ao&#13;
mesmo tempo, as redes sociais também se tornaram ambiente propício para a perpetração de&#13;
ofensas à honra, tornando-se novos meios para a prática dos crimes de calúnia, difamação e&#13;
injúria, previstos nos artigos 138 a 140 do Código Penal. Em razão da velocidade de transmissão&#13;
das informações e da infinidade de sujeitos que poderão ter acesso ao conteúdo ofensivo, a&#13;
violação à honra cometida no ambiente virtual tem seus efeitos potencializados. Diante desse&#13;
cenário, dada a urgência de um estudo acerca da compatibilidade dos avanços tecnológicos com&#13;
o ordenamento jurídico atual, a pesquisa busca contribuir para a compreensão das condutas&#13;
ilícitas perpetradas por meio das redes sociais. Por meio do método dedutivo, com análise&#13;
qualitativa dos dados, procura-se analisar a forma pela qual a honra, enquanto bem jurídico, é&#13;
tutelada pelo ordenamento jurídico pátrio, mormente no tocante aos crimes contra a honra,&#13;
analisando-se as questões de direito material e processual pertinentes. Analisa-se a forma pela&#13;
qual esses delitos podem ser perpetrados por meio das redes sociais, bem como as&#13;
consequências penais que a sua prática pode acarretar ao autor da ofensa. Em observância aos&#13;
princípios limitadores do Direito Penal, busca-se verificar se a legislação atual confere os&#13;
mecanismos adequados para a prevenção e repressão dos crimes contra a honra cometidos pelas&#13;
redes sociais, considerando ainda as ferramentas disponíveis para a identificação do criminoso&#13;
e retirada do conteúdo ofensivo da web. Após a análise dos projetos de lei que visam dispor&#13;
especificamente sobre o tema e diante da existência de causa de aumento de pena quando a&#13;
ofensa é perpetrada por meio que facilite sua divulgação, hipótese que engloba a prática de&#13;
crime contra a honra por meio das redes sociais, verificamos que não há necessidade de&#13;
alteração legislativa.
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