O futuro do advogado frente às novas tecnologias

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UNIVEM
A presente dissertação descreve alguns aspectos contidos em face dos desafios tecnológicos do uso de equipamentos digitais associados a modos de comunicação eletrônicos que têm mudado a forma de atuação dos profissionais do direito no Brasil. A problemática proposta está em analisar o perfil profissional dos operadores do direito, na forma como precisam se adequar às mudanças tecnológicas, garantindo do ponto de vista epistemológico o espaço de exercício profissional. Os objetivos específicos definidos foram elencar o caráter das mudanças, constatar a pertinência da profissão de advogado em face do já presente mercado tecnológico, esclarecendo e norteando os caminhos a serem tomados no espaço de transição. A técnica utilizada foi à pesquisa bibliográfica, no sentido de buscar dados e relatos já existentes na literatura, livros, artigos científicos, trabalhos monográficos, legislação, que possibilitem a construção de um entendimento aprofundado sobre a temática. Concluiu-se que existem diversas possibilidades de caminhos já em discussão e mesmo em uso quanto à atividade do advogado em face das Novas Tecnologias de Informação e Comunicação, que se dividem em uma postura empresarial e outra mais colaborativa e em consonância com anseios sociais de inclusão, democracia e efetividade do direito. E ainda que, apesar das mudanças legislativas no que tange ao direito eletrônico e um direito digital, e mesmo a formação futura de novos profissionais, a legislação que precisa ser mudada, a par de outras que devem ser criadas ou melhoradas, é justamente a que regula a profissão, o Estatuto dos Advogados do Brasil. Constatou-se que a atividade do advogado tende a ampliar seu leque de atuação e que depende do profissional, de uma maneira acessível por meio das próprias tecnologias da informação, adaptar-se à nova realidade.

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